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AVISO IMPORTANTE

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terça-feira, 19 de maio de 2015

Conto erotico - O "MELHOR AMIGO" do meu IRMÃO

O "MELHOR AMIGO" do meu IRMÃO

Olá!!!
Mais uma vez agradeço o carinho de cada leitor, e nesse momento conto uma historia muito especial pra mim.
Rafael é conhecido da família, muito amigo do meu irmão ele sempre esteve presente nos eventos e nos momentos badalados de casa, garoto simples, de boa aparência curtia a vida e trabalhava malhado e bem vestido ele era realmente um daqueles simpáticos falantes.
Jamais pensei em ter alguma coisa com ele em respeito à amizade, eu sempre fui decidido a minha sexualidade e hoje tenho orgulho de ser bissexual, minha família nunca aceitou, mas respeita minha escolha.

E foi numa viagem para o sitio no interior do estado que juntos podemos curtir um final de semana especial, estava todos, minha família toda curtia aquele momento de diversão e eu curtia com colegas que havia levado, e então logo Rafael era o convidado do meu irmão e por ter uma estrutura boa o sitio era o ponto de partida para a diversão nos feriados.
Muita bebida, música e risadas marcariam aquele encontro especial, e eu começava a me empolgar, à noite, a festa em alto som e carne assada somente começava.
Dado momento noto que Rafael estava já meio alegre de bêbado, e começava a vir pro meu lado e puxar conversa de uma forma estranha na qual ele nunca fez.
Eu estava de boa, não curtia beber e apenas me divertia dançando e ouvindo música, já Rafael muito conversador falava demais e eu respondia a ele, com olhar parado, jeito legal e uma beleza comum ele estava ali, rindo e me fazendo rir.
Nos afastamos e resolvo rever o lado que tinha um pouco a frente de toda a baderna, saio em meio as arvores e sigo em frente a um terreiro que logo me levava ao melhor do sitio, um lado de água cristalina e muito linda brilhava naquela noite iluminada pela lua cheia.
Estava refletindo, me lembrando de momentos que me fazia sentir sozinho, mas era especial, pois aquele local era calmo e nas noites como aquela era um paraíso para bons pensadores.
Sento-me ao chão e fico ali, o tempo passa e eu ouvindo o descer das águas e o barulho da noite bela que estava apenas começando.

Esse tempo me permite ser surpreendido e ali, calmamente, chegando ao meu lado e se assentando percebo Rafael, muito calado e cheirando a cerveja ao misto de perfume ele estava de boa, quieto e sentava-se dizendo.
- Que lugar lindo!
Respondo com sinal da cabeça e ele prontamente observa aquela lua, juntos eu e ele ficamos atentos e ali percebia a presença dele que meio alcoolizado se fazia simpático.
Como disse ele é muito amigo de meu irmão, muito parceiro e era Deus no céu e Rafael na terra para ele, a tal fato dele se tornar mais um membro da família, um rapaz que tinha uma vida boa, trabalhava e soube conquistar seu espaço, namorador e muito contador de piadas.
Porem tinha um lado que jamais pensei em se revelaria em Rafael, pois nunca tentou nada e sempre me respeitou muito. Mas naquele momento ao meu lado sinto que algo estava diferente, ele parecia querer algo, sentir algo, e assim parecia se libertar de alguma situação e tal ponto de levemente pegar em minha mão, a me fazer assustar.
Assim ouço dele.
-Admiro seu jeito, é um homem muito bonito, bacana e sabe o seu lugar! Você é especial e curto isso em você.

Acariciando minha mão e me deixando sem graça, sem ação logo vejo que a bebida havia subido muito rápido, mas ouvia e via que a coisa estavam ficando mais séria, logo Rafael se aproxima me olha e numa expressão de me beijar ficando de frente pra mim me faz calar com o encostar rápido de seus lábios ao meu.
Não sabia se reagia ou me prendia a surpresa daquele beijo, gostoso e muito alem do que eu talvez imaginasse seu beijo era um misturar de desespero e carinho a fazer com ele me abraçasse e me surpreendesse com um carinho ao comum. Rafael, era alem de um homem bonito, se apresentava um exagerado beijador e um carinhoso garoto, ali encostado em um beijo molhado eu me entregava à surpresa de um momento.
Caímos ao chão, ali ao lado daquele lugar bonito e em beijos tocava eu ao seu corpo, sentia sua boca carnuda, seu olhar meigo e sua pegada de homem me fazer se surpreender, pois estava pela primeira vez na chácara a transar com o melhor amigo do meu irmão, a quem antes parecia ser hétero, agora era um homem meigo e muito carinhoso.
Tocava em seu corpo, sentia seu rosto e o acariciava da mesma forma que ele em cima de mim me fazia, olhando nos meus olhos, me beijando e estando por cima de mim mal percebíamos o perigo e muito menos onde estávamos.
Rafael era realmente especial, homem de corpo comum, olhos castanhos, cabelo curto e uma pegada de me fazer sentir tesão, jamais pensei em transar com ele, pois como disse o respeitava e naquele momento caia na real o quanto gostoso estava deixando passar, assim em beijos nossas roupas não se fazia mais presente e eu tinha la, em meu corpo uma geba grande e grossa a me tocar.
Sentia na minha barriga o encostar daquela deliciosa rola, sentia o carinho dele no meu rosto e o beijo gostoso; Rafael era o típico hétero disfarçado, um verdadeiro homem que deliciosamente me fazia gemer de prazer e meu cuzinho a piscar..
Naquela terra o momento era importante, gostoso e esta com ele ouvindo o barulho da água, iluminados pela lua era gostar pelo sexo, era ousar pelo carinho e pelo amor.
Assim uma rola gostosa, grossa fazia parte do meu desejo, ali totalmente sem roupa o home gostoso se tornava o meu comedor, sua pica estava prestes a ser mamada e eu com muita vontade o começava a chupar e gostosamente mamava na pica grossa o fazendo sentir o gosto de um viadinho a o mamar.
Ali, tenho Rafael de pé, e eu de joelhos na areia a sugar a pica dele, ali totalmente gostoso tocando e mamando a rola grossa, sentindo o cheiro de seu corpo e tocando naquela perna cabeluda e grossa, com coxas de homem e uma pica de macho.

Era gostoso o ouvir gemer, era delicioso ter dentro da minha boca uma rola de homem e muito gratificante ver ele me fazer sentir cada milímetro me fazendo ir e vir com a tora na boca.
Rafael me fazia sugar, engolir e se engasgar com sua rola, me fazia sentir ânsia ao mesmo tempo em que meu cuzinho queria sua rola, me fazia sentir o gosto de pequenos jatos de porra a sair, e ainda mais o carinho no meu cabelo e me pressionar no vai e vem;
Era gostoso estar pelado, pois enquanto degustava uma bela pica me masturbava me sentia e estava querendo é ser comido, ali diante daquela situação eu começo a chupar suas bolas, as engolindo.
Totalmente depilado, de pica cheirosa eu via nele a delicia e a higiene que ele cuidava da sua pica, de seu instrumento a quem agora eu saboreava.
Porém eu queria mais, e na realidade o prazer de ter uma tora grossa e gostosa daquela atolada no meu cu era maior que imaginar em que ele era um especial amigo da família, ali mesmo de cuzinho a piscar o sentia dedar e começar a abrir passagem, e aos beijos ele enfiava dois, três dedinhos.
De quatro na terra ele me preparava pra comer meu cuzinho, com dedadas ele cuspia e começava a enfiar devagar a pica a entrar e me abrir, senti uma dorzinha, mas seu carinho e seu corpo me fazia relaxar de prazer, ali de quatro e tendo um homem a me consumir eu sentia a entrada vagarosa de uma rola, sentia o arrombar e o conduzir cada milímetro adentro do meu anelzinho arrombado.

Ele mordia minha orelha e começava a ir e vir, a meter com calma, a me beijar e me fazer arrepiar de tanta vontade de rebolar, de dar e sentir o meu cuzinho sangrar de tanto levar pica, ele então metia, e eu a gemer o fazia se sentir o comedor do momento, de cuzinho fervendo ele me fazia relaxar e dar com vontade.
De quatro, totalmente pelado e ele com a torra atolada na minha bunda metia com força, segurava nas minhas ancas a me fazer sentir o rebolar e o navegar da sua rola em minhas entranhas.
Eu suava e gemia, sentia o bater de suas bolas e o meter de macho, a pegada firme e o meter perfeito d um bom comedor. Ali ele se rendia em socar com força e me beijar, em misturar de sexo, foda e descoberta, meu cuzinho estava atolado, aberto e vermelho de tanto socar com força, de tanto ter uma pica grossa a afrouxar minhas pregas;
Assim sua rola é retirada e com dedos ele continua sua foda a massagear meu cuzinho, deitamos e de bundinha de lado o sinto enfiar quatro dedinhos a me conter de tesão, queria mais, queria sangrar de prazer e logo o que antes era somente dedinhos quase se transforma na mão inteira, porem a dor era insuportável e o desejo a me fazer suar.
Rafael sabia comer, beijar e morder minhas orelhas, me chupar todo e fazer sentir prazer que nunca tinha sentido antes, era uma mistura de homem, de carinho e de identidade, ele tinha seu modo calmo, gostoso e um olhar e um beijar surpreendente.
Ali, de bunda pra cima, deitado totalmente largado ele me mordia, apalpava e dedava meu cu, ele começava a querer meter mais e mais, e logo estava ali de pica grossa, grande afundando dentro de mim a meter de novo.
Eu suava, curtia e estava louco pra ser enchido de porra, ele sabia como nunca meter, fuder e socar, ali na velocidade sentia ele gemer com o prazer, sentia ele meter com prazer...
Rafael metia e prontamente fazia com que a porra descesse nas minhas entranhas, logo sentia o prazer de ter o cuzinho todo melecado, abarrotado de gala quente de um homem feito ele, e de forma única ele gemia e despejava todo seu liquido dentro de mim.
Suando muito ele caia sobre meu corpo a me lambuzar de porra e suor, ele me beijava e fazia de mim um garoto realizado, um menino preenchido pelo prazer um homem dominado por uma pica e pelo melhor amigo do meu irmão.
Ficamos parados por minutos, nos beijando, ali o macho de antes se transformava no comedor de hoje, e em beijos demonstrava o carinho e realmente quem ele era.
Logo estava um ao lado do outro, pelados, na areia e ouvindo a mesma água, loucos, possuídos do prazer, um olhando pro outro, um tocando no rosto do outro.
Rafael então dizia!
-Uma pena que a vida escreva realidades diferentes pra nós, mas essa transa foi muito boa, e realmente sempre curti esse seu jeito discreto de ser.
Respirando fundo não entendi muito, mas a realidade veio à tona quanto ouço ao fundo meu irmão a nos surpreender dizendo:
-Que porra é essa Rafa?
Não entendi nada!, Achei que ele iria brigar comigo, mas a realidade era pior que tudo, pois na verdade Rafael termina dizendo.
- Amor!!! Não é bem assim, calma, não consegui me controlar... me perdoa??
#FIM

Autor- Escritor Danyel
www.facebook.com/groups/escritordanyel
Revisão do Texto - Leandro Santos
Itanhém - Bahia
rapazmaneiro1@hotmail.com

Contos Eróticos - Vizinho novo? Rola nova!!!




Sou Renato e tenho 18 anos, nasci aqui no interior de São Paulo e moro atualmente com minha tia Sueli que considero como uma verdadeira mãe pra mim; sou um garoto de corpo normal, pele branca e olhos e cabelos castanhos 1,70 de altura e estilo magro e simples.

Desde meus 16 anos aprendi e gostar de meninos e meninas mais nunca entendi isso como um sentimento mais sim mais como uma aventura, aprendi nos braços de um colega de escola o quanto beijar e curtir garotos é bom e meninas também é algo comum, pra mim nada de tão diferente apenas orientação.

Chegando em casa depois de mais um dia de trabalho me deparo com um movimento diferente na casa ao lado da minha, era um carro de mudança e cheio de gente diferente, noto que tem um jovem rapaz de bermudão cheio de tatuagem, estilo garoto e jeitão de homem que naquela situação me chamava a atenção, geralmente deixo as coisas acontecer e não me importo com sentimento e muito menos confundo sexo com amor.

Aquele visual me passava a pensar e jeito e estilo na forma de ser, por este motivo entrei em casa e comentei com minha tia que teríamos vizinhos novos e ela com sorriso dizia que era muito bom ter pessoas diferente nova na vizinhança.

No outro dia ao sair para meu trabalho vejo aquele mesmo rapaz ali arrumando algumas coisas na frente da casa, caminho pela calçada e ouço alguém chamar... olhando noto que era o rapaz, o novo vizinho me perguntando onde achava uma loja de material de construção.

- Ohhh cara sou novo aqui e necessito de uns pregos!

Afirmava ele com jeitão grotesco e interessante.

- Desculpe ai cara!!! Sou Danilo prazer...

Apertei sua mão e respondi com meu sorriso e noto também a força daquele boy que então além de interessante tinha pegada; dei a localização da loja do seu Pereira que era bem sortida deste tipo de produto e ele agradecendo dizia.

- De boa como seremos vizinhos convido você pra tomar um tereré aqui em casa.

- Tereré? Que isso? Pergunto eu surpreso.

O belo garoto dizia que era de Mato Grosso do Sul e que era uma bebida típica do seu estado e que um dia me mostraria como faz e por sinal o papo fluía muito bem.

Como disse ao leitor entendo a vida como algo sexual e não um romance por si e me interessei bastante pelo estilo interior dele, queria eu diversificar o cardápio.

Passados algumas semanas e chegava um bom feriado e eu poderia dormir até mais tarde e também curtir minha casa e meus momentos, minha tia iria para a chácara de uns parentes que não gosto muito, então na mesma noite fiquei assistindo filme até tarde da noite e no outro dia sou acordado por um barulho infernal; aff fiquei puto da cara e olhando pela janela noto Danilo derrubando uma arvore em plena seis da manhã, me levanto meio dormindo e saiu na porta e ouço um belo BOM DIA como se nada estivesse acontecendo.

Confesso ao leitor que fiquei com muita raiva, fechei a porta e fui para cozinha e então escuto ele me chamando retorno a porta e lá está todo simpático me oferecendo o tal tereré rsrrss tentava ser simpático ao mesmo tempo com ódio daquilo tudo o chamo pra entrar.

Conversamos por um tempo e ele me explicando como era feita aquela bebida; me dizia ser com erva especial pra tereré e também tomado com água gelada, quase igual ao mate que os gaúchos tomam mais é na forma gelada e bem saborosa; pra descontrair o garotão meio suado, de bermudão e sem camiseta soltava uma pra fazer minha manhã bem melhor.

- E ai curte da uma chupada?

Eu rindo da situação dizia que depende do que seria oferecido, jóquei um olhar e fiquei ali experimentando o tal tereré e observando o jeito lindo do cara, suas tatuagens e o quanto era estranho estar eu ali de manhã falando com o estranho vizinho bom de prosa.

Ele meio que liberal encosta numa parede entre um corredor e fica ali, as vezes dava uma pegada no cacete e tipo eu admirando, já entendia o que poderia rolar, até que me pedindo pra ir ao banheiro e ao levar passamos por um corredor estreito, meio que se esbarramos até que pegando em meu braço o cara me deixa sem opção, encosto no seu corpo e juntos tivemos o mesmo pensamento, era dois caras agora se beijando, momento este que para o leitor pode parecer muito cedo pra dois desconhecidos, mas que em determinado momento me surpreendia e também me fazia se auto desafiar.

Um delicioso beijo e um corpo que me fazia se desmanchar, era um homem com pegada e ainda másculo, jeitão que curtia ainda mais algo real e gostoso, nos dirigimos até meu quarto, curtimos mais beijos e ainda me deparo com a cena; o vizinho gostoso tirando da sua bermuda um delicioso cacete grosso e cheio de veias, um lindo pau que logo era totalmente engolido e eu curtia, sugava com vontade e fazia daquela geba meu prazer da manhã.

Aquele belo cacete e seu jeitão macho comedor de cu me fazia sentir a fantasia se tornar real, chupando cada centímetro descia e subia, lambia suas bolas enquanto tinha minhas mãos o acariciando, subo lambendo cada centímetro daquela barriguinha linda ao seu mamilo e logo sua boca era o alvo, beijo de língua e pegada de machos.

Danilo então apertava minha bunda e fazia dela seu ponto forte; beijava e acariciava seu pau, sentia sua pegada e meu cuzinho piscar com a vontade de dar gostoso, era uma sensação de prazer, vontades que nunca antes tive, afinal estava prestes a levar uma bela rola e acima de tudo curtir um desconhecido, um novo vizinho.

Me deitei na cama, via ele retirar cada peça de roupa do meu corpo e deixar exposta meu rabinho; minha bunda grande e suas mãos batendo, pegada de homem que deixava meu rabo exposto ao seu desejo.

Me dava calafrios com aquilo; nunca tinha feito um sexo tão gostoso e tão ousado, era o vizinho dos sonhos pois sabia conduzir um sexo e ousava na forma de transar e dar carinho, sua língua já estava ali molhando a entrada do meu cuzinho e eu tremendo, gemia e me expressava, meu próprio cacete parecia explodir de tão duro, meu anelzinho piscava de tesão e eu queria mesmo é ser atolado.

Aquele cacete lindo já estava posicionado na entrada do meu buraquinho que assim o recebia, cada centímetro, aquele macho gostoso em cima de mim com seu pau atolado dentro do meu rego, movimentos leve e beijo doce, assim fazíamos daquele sexo prazeroso entre dois homens, o mexer de cada centímetro do seu pau me fazia ter a sensação de dor misturada ao gosto de um sexo, seu jeito carinhoso e ao mesmo tempo rustico com a forma de me enrabar fazia meu corpo responder com arrepios.

Ali deitado me sujeitava a situação de sentir prazer diante de um gostoso cacete, via meu comedor gostoso acelerar e estocar ainda com mais força e eu não aguentar de tanto prazer, gemia alto e curtia, suava enquanto era enrabado, gostoso, prazer e o sexo gostoso.

Danilo sabia realmente fazer gostoso e tinha pegada, me beijava e deixa meu cuzinho todo judiado, em momentos noto ele me beijando e saindo de cima de mim com cacete explodindo de tesão, me mandava se virar e eu ali na cama de frente pra ele sendo agora posto a engolir sua geba, mamava feito um escravo sexual e não demorava muito pra encher minha boca de porra, gozava muito e ao mesmo tempo forçava sua pica ainda mais me fazendo não perder nenhuma gota, me engasguei com seu leite e curtia seu jeitão, era engolindo gostosamente a porra de um estranho e novo vizinho.

O que pela manhã era raiva virou uma gostosa descoberta entre dois machos e quem diria eu curtindo tudo aquilo, pois seu jeito de ser meio interior fazia um charme à parte, mas pegada era única, depois deste dia começamos a se entrosar mais e mais, saímos juntos e cada um no seu canto, porem as transas e o aprendizado se tornou único, o que pra virar um sentimento novo não ficou diferente pois agora ele além de me atrair sexualmente me fazia sentir algo que nunca antes senti por homem algum, era o tal amor que me contagiava e nele via a mesma situação, porem de uma forma disfarçada afinal ele sempre tinha seus conceitos, mas na cama éramos um somente e isto me motivava investir ainda mais.

Ao leitor deixo a mensagem de SE DESAFIE e que independente das dificuldades, das transas a parte um dia a gente acha a dita “tampa da Panela” e quando isto chegar não faça do sexo um julgamento mais sim uma ação. Corra e busque a sua felicidade.


Fim

Ass: Escritor Danyel